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MONTE ALEGRE - TCE APONTA QUE ATUAL GESTÃO INVESTIU APENAS 11,32% NA EDUCAÇÃO E VIROU “INIMIGA DA EDUCAÇÃO”

 



A situação da educação em Monte Alegre piorou, o novo Relatório Fiscal e o Painel Fiscal do TCE/RN, agora referentes ao 5º bimestre de 2025 (janeiro a outubro), mostram que a gestão do prefeito André Rodrigues continua descumprindo o mínimo constitucional de 25% para investimentos na área educacional, e com números ainda mais graves.

APENAS 16,06% APLICADOS NA EDUCAÇÃO ATÉ OUTUBRO

Mesmo com os dados atualizados, Monte Alegre segue longe de cumprir o que determina a Constituição.
De janeiro a outubro, a prefeitura aplicou só 16,06% das receitas obrigatórias na educação, ainda muito abaixo dos 25% mínimos exigidos por lei.

Os números apontam um avanço tímido em relação ao bimestre anterior, mas continuam classificando o município entre os que menos investem em educação no RN.


FUNDEB TAMBÉM CONTINUA SENDO DESCUMPRIDO

Além do baixo investimento geral, o município segue sem cumprir o percentual mínimo do Fundeb destinado ao pagamento dos profissionais da educação, relatório atual aponta que Monte Alegre aplicou 68,78% dos recursos, abaixo dos 70% obrigatórios, ou seja, a gestão continua falhando em duas frentes legais simultâneas.


ENQUANTO ISSO… FESTAS JÁ CUSTARAM QUASE R$ 2,5 MILHÕES EM 2025

Mesmo sem cumprir obrigações básicas com a educação, a administração André Rodrigues não reduziu os gastos com entretenimento.

Dados do Portal da Transparência mostram que, ao longo de 2025, a prefeitura já desembolsou quase R$ 2,5 milhões com festas, shows, estruturas e eventos populares, montante que contrasta com o déficit nos investimentos educacionais.


GESTÃO É CHAMADA DE “INIMIGA DA EDUCAÇÃO”

Com escolas enfrentando falta de manutenção, problemas estruturais e reclamações por carência de investimentos, cresce entre moradores, servidores públicos e opositores o apelido de que a gestão é “inimiga da educação”.


Os dados oficiais reforçam a crítica: um governo que não cumpre a Constituição na área que deveria ser prioridade, mas libera milhões para eventos festivos, expõe uma escolha política clara e questionada pela população.





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